A receita que eu usei, do livro "Minhas receitas da Provence", da Patricia Wells, era só de tomates. Como eu tinha um pimentão vermelho dando sopa por aqui, resolvi fazer a conserva com os dois. Na verdade, esse é o famoso tomate seco, que consiste em assar os tomates frescos durante horas, em forno bem baixo, até que quase toda a umidade evapore. É importante ajustar o forno no calor o mais baixo possível, cerca de 90ºC, para que os tomates se derretam mais do que assem. Depois, é só guardar em um vidro vedado, com o caldo de cozimento e azeite de oliva, e levar à geladeira por até uma semana.
Mas porque o nome confit? A palavra francesa para "conservado" designa uma técnica de cozimento em que a carne é primeiro salgada por um dia ou mais, depois enxaguada e cozida suavemente em gordura até amaciar, em seguida esfriada e gelada na gordura de cozimento. Qualquer carne que se beneficie de um cozimento lento, como pato, ganso e porco pode receber esse preparo. De maneira geral, tudo que chamamos de confit foi feito em conserva. Daí o nome deste prato.
Ingredientes
4 tomates, grandes e frescos, sem pele nem sementes, cortados em quartos, no sentido do comprimento
1 pimentão vermelho grande, sem pele nem sementes, cortado em pedaços similares aos do tomate em tamanho
Sal e pimenta do reino moída na hora, a gosto
Uma pitada de açúcar de confeiteiro
2 galhos de tomilho fresco, sem os raminhos
4 dentes de alho, grandes e frescos, descascados e em fatias
2 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem
Modo de preparo
Preaqueça o forno o mais baixo possível, cerca de 90ºC. Arrume os pedaços de tomate e pimentão, lado a lado, em uma assadeira grande. Polvilhe ligeiramente cada lado com sal, pimenta do reino e açúcar de confeiteiro. Espalhe por cima as folhas de tomilho e coloque uma fatia de alho sobre cada pedaço. Regue com azeite. Leve ao forno e cozinhe por cerca de uma hora. Vire os pedaços de tomate e pimentão, regue-os com o caldo formado e cozinhe por mais uma hora, até que fiquem macios e reduzidos. Retire do forno e deixe esfriar completamente. Coloque em um vidro, junto com o caldo do cozimento e azeite de oliva. Vede bem e leve à geladeira por até uma semana. Use em saladas, sanduíches e massas.
Fontes: Livros "Minhas receitas da Provence", de Patricia Wells, e "Elementos da culinária de A a Z", de Michael Ruhlman
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No dia 19 de agosto, tive a honra de conhecer uma das grandes damas da gastronomia mineira, Maria Stella Libânio Christo. Conhecida por seus livros de culinária, e também por ser a mãe do Frei Betto, ela publicou o primeiro volume na década de 70, levantando a bandeira a favor da comida mineira, quando, segundo ela, “só se falava em novidades estrangeiras à mesa”.
Dona Stella foi acompanhar os passos da neta, Isabella Christo, que junto com as sócias do Buffet Petit Pois Gourmet comandou as panelas no jantar de lançamento da quinta edição da Revista Sabores, no Espaço Cento e Quatro, no Centro de Belo Horizonte. A publicação, editada anualmente, trata a culinária pelo enfoque histórico, valorizando a cultura e difundindo estudos. A revista é fruto de parceria entre o empresário e organizador do Festival de Cultura e Gastronomia de Tiradentes, Ralph Justino, com a jornalista e fotógrafa Inês Rabelo.
O tema deste volume segue a temática “Mulheres”, assim como a edição de 2010 do Festival de Tiradentes, que aconteceu em agosto. O conteúdo desdobra-se a partir da palavra origem enquanto primeira manifestação, começo, princípio e procedência. A partir daí, a revista aborda o papel das mulheres nas cozinhas e o produto de qualidade. Destaco os ótimos textos que versam sobre a história da agricultura brasileira, a importância da mandioca na alimentação do nosso povo, as frutas típicas nacionais, além de dois produtos que formam a identidade de Minas: o café e o queijo artesanal.
Dona Stella
Voltando à Dona Stella e ao jantar, quando soube que iria me encontrar com ela, peguei com a minha mãe o seu primeiro livro, Fogão de Lenha, de 1977. Quem não tem, deve dar um jeito de adquirir um exemplar. A publicação, ilustrada com desenhos de Debret, é recheada de cultura, poesia, segredos, dicas, receitas que ela conseguiu no Arquivo Público, datadas do séc. 18, e até do que mais gostavam 41 personagens importantes de nossa história como Machado de Assis, D. Pedro II, Rui Barbosa, Guimarães Rosa, Lacerda, Procópio Ferreira, Carlos Drummond.
Para a minha alegria, no jantar sentei-me em uma mesa ao lado da dela, e logo levei o livro para ser autografado. Rapidamente ela correu para a primeira página, e encontrou o que procurava. Dona Stella me disse que somente a primeira edição do livro reproduz páginas do caderno de receitas de sua mãe, repassado a ela.
A escritora me advertiu que eu olhasse com atenção as receitas do livro, porque as mesmas continham alguns erros. “O livro foi revisado por padres da editora Vozes, que não entendiam nada de culinária”, explicou. Com aquela letra desenhada das avós de antigamente, dona Stella escreveu a seguinte dedicatória:
“Para Clara, as receitas das vovós mineiras, com carinho e amizade. Maria Stella”
Ainda conversamos um pouco, trocamos algumas impressões. A sabedoria daquela senhora de 92 anos me comoveu e provocou boas risadas. Eu perguntei se somente a neta Isabella seguia seus passos, ou se algum dos oito filhos também sabia cozinhar, no que ela me respondeu: “Minhas filhas não cozinham muito, mas depois de casadas tiveram que aprender alguma coisa. Hoje em dia as mulheres tem que se virar, porque comer em restaurante todo dia, não há casamento que agüente!” Ela ainda completou: "o Betto faz um camarão maravilhoso, mas homem, você sabe como é, quando aprende a fazer três ou quatro receitas, já acha que sabe cozinhar”.
Jantar
Os filhos podem não ser lá essas coisas no trato com as panelas, mas a neta sabe o que faz, e deixou a avó orgulhosa. O jantar estava delicioso! De entrada, os excelentes frios da Salumeria Chiari e carpaccio de abobrinha, cortada em rodelas bem fininhas e temperada com pimenta calabresa.
Depois, veio um creme de ervilha de sabor bem leve e sutil, acompanhado com um bolinha de queijo de cabra quente. Ótimo!
O terceiro prato foi uma salada de folhas com queijo de cabra crocante, empanado como o queijo pachá, temperada com redução de rapadura com raspas de limão capeta. Harmonização perfeita de ingredientes.
O mini tropeiro chegou em seguida, coberto por um ovo de codorna estrelado, no ponto que eu gosto, com a gema mole!
O prato principal foi um delicioso frango ao açafrão da terra sobre leito de purê de mandioca, guarnecido com quiabo, crisp de couve e broto de feijão.
Para finalizar, as sobremesas: creme de milho e ervilha com crocante de café e pudim de abóbora com calda de rapadura e alecrim, misturas inusitadas que deram muito certo. No próximo post coloco a receita do pudim.
“Comida mineira é a alma de nosso agasalho. É o elo da família em torno da mesa. É saudade e descontraimento, é lembrança de infância. Esperança. Eterna esperança. Humilde e sagrada páscoa das grandes esperanças”. Maria Stella Libânio Christo (Fogão de Lenha, 1977)
Vamos combinar que pão é uma das melhores coisas já inventadas pelo homem. Fazê-lo em casa então, e sentir aquele cheirinho gostoso quando ele está assando, não tem preço. Quer dizer, tem sim. Se você comprar uma máquina de pão, vai ter tudo isso com o mínimo de esforço e trabalho. Isso porque essa maravilha da tecnologia moderna faz tudo: é só colocar os ingredientes na fôrma, que a máquina sova a massa, deixa descansar, sova novamente, deixa crescer, e assa o pão.
Tive a felicidade de ganhar uma de casamento, e recomendo muito. A minha é da marca Britânia, mas existem várias outras opções no mercado.
A máquina já vem com um livrinho de receitas, mas eu comprei “O livro dos pães”, de Sara Lewis, editado pela Larousse, que promete ser “o guia definitivo para fazer pães manualmente ou na máquina”. Ele traz mais de 75 receitas de pães doces e salgados para todas as ocasiões, todas com instruções fáceis de seguir, tanto para fazer à mão quanto na máquina.
É claro que fazer o pão manualmente é uma delícia, sentimo-nos verdadeiros alquimistas ao ver aquela bola redonda de massa triplicar de tamanho. Se você tem tempo de sobra, sugiro que faça essa experiência um dia. Mas se você é uma dona-de-casa moderna que não tem três horas disponíveis para a tarefa, vá de máquina mesmo!
Esta semana fiz pão de iogurte, mel e semente de erva-doce, uma das receitas do livro que citei, e ficou uma delícia. É ótimo para o café, servido simplesmente com manteiga ou uma geléia. Confira a receita no próximo post.
E aproveite, porque “O livro dos pães” está saindo a R$ 9,99 na Americanas.com.
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Criei este blog para compartilhar receitas executadas na minha cozinha, dicas e curiosidades da gastronomia. Escrevo para os amantes da boa comida e também da boa bebida, e para as pessoas que, como eu, têm prazer em receber, mas não se propõem a ser um chef profissional.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Confit (conserva) de tomate e pimentão vermelho
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Ambrosia Relâmpago
Ah, a ambrosia. Quem resiste a esse doce maravilhoso, feito a base de leite, açúcar e ovos? Eu adoro! Como nunca tinha feito antes, fui à procura da receita, e vi algumas que demoravam até quatro horas para ficarem prontas. No livro "Quentes & Frios", da Maria Stella Libânio Christo, achei a Ambrosia Relâmpago. Era justamente o que eu precisava, em poucos minutos a sobremesa estava pronta. O sabor ficou igualzinho às ambrosias que eu já experimentei, no entanto, a consistência, não. A minha ficou bem levinha, mas não ficou com aquele "caldinho", talvez seja interessante colocar mais leite do que pede a receita.. Bom, para ambrosia relâmpago, ficou bom demais! Esqueci de tirar a foto antes de servir, então, vai a foto do pedacinho que sobrou.
Ingredientes
1 lata de leite condensado
1/2 lata de leite
4 ovos
canela em pó a gosto
Modo de preparo
Misture o leite condensado com o leite e leve ao fogo até ferver. Bata as claras em neve, junte as gemas e bata mais um pouco. Derrame sobre o leite fervendo e deixe ferver em fogo baixo. Os ovos deixam uma espuma na superfície; logo que a parte inferior dessa espuma estiver cozida, vire com a espumadeira, partindo em pedaços. Junte a canela em pó. Deixe ferver alguns minutos até adquirir consistência cremosa. Coloque em um vasilhame de vidro e deixe esfriar. Em seguida, leve à geladeira.
Ingredientes
1 lata de leite condensado
1/2 lata de leite
4 ovos
canela em pó a gosto
Modo de preparo
Misture o leite condensado com o leite e leve ao fogo até ferver. Bata as claras em neve, junte as gemas e bata mais um pouco. Derrame sobre o leite fervendo e deixe ferver em fogo baixo. Os ovos deixam uma espuma na superfície; logo que a parte inferior dessa espuma estiver cozida, vire com a espumadeira, partindo em pedaços. Junte a canela em pó. Deixe ferver alguns minutos até adquirir consistência cremosa. Coloque em um vasilhame de vidro e deixe esfriar. Em seguida, leve à geladeira.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Jantar de gerações da família Christo
No dia 19 de agosto, tive a honra de conhecer uma das grandes damas da gastronomia mineira, Maria Stella Libânio Christo. Conhecida por seus livros de culinária, e também por ser a mãe do Frei Betto, ela publicou o primeiro volume na década de 70, levantando a bandeira a favor da comida mineira, quando, segundo ela, “só se falava em novidades estrangeiras à mesa”.
Dona Stella foi acompanhar os passos da neta, Isabella Christo, que junto com as sócias do Buffet Petit Pois Gourmet comandou as panelas no jantar de lançamento da quinta edição da Revista Sabores, no Espaço Cento e Quatro, no Centro de Belo Horizonte. A publicação, editada anualmente, trata a culinária pelo enfoque histórico, valorizando a cultura e difundindo estudos. A revista é fruto de parceria entre o empresário e organizador do Festival de Cultura e Gastronomia de Tiradentes, Ralph Justino, com a jornalista e fotógrafa Inês Rabelo.
O tema deste volume segue a temática “Mulheres”, assim como a edição de 2010 do Festival de Tiradentes, que aconteceu em agosto. O conteúdo desdobra-se a partir da palavra origem enquanto primeira manifestação, começo, princípio e procedência. A partir daí, a revista aborda o papel das mulheres nas cozinhas e o produto de qualidade. Destaco os ótimos textos que versam sobre a história da agricultura brasileira, a importância da mandioca na alimentação do nosso povo, as frutas típicas nacionais, além de dois produtos que formam a identidade de Minas: o café e o queijo artesanal.
Dona Stella
Voltando à Dona Stella e ao jantar, quando soube que iria me encontrar com ela, peguei com a minha mãe o seu primeiro livro, Fogão de Lenha, de 1977. Quem não tem, deve dar um jeito de adquirir um exemplar. A publicação, ilustrada com desenhos de Debret, é recheada de cultura, poesia, segredos, dicas, receitas que ela conseguiu no Arquivo Público, datadas do séc. 18, e até do que mais gostavam 41 personagens importantes de nossa história como Machado de Assis, D. Pedro II, Rui Barbosa, Guimarães Rosa, Lacerda, Procópio Ferreira, Carlos Drummond.
Para a minha alegria, no jantar sentei-me em uma mesa ao lado da dela, e logo levei o livro para ser autografado. Rapidamente ela correu para a primeira página, e encontrou o que procurava. Dona Stella me disse que somente a primeira edição do livro reproduz páginas do caderno de receitas de sua mãe, repassado a ela.
A escritora me advertiu que eu olhasse com atenção as receitas do livro, porque as mesmas continham alguns erros. “O livro foi revisado por padres da editora Vozes, que não entendiam nada de culinária”, explicou. Com aquela letra desenhada das avós de antigamente, dona Stella escreveu a seguinte dedicatória:
“Para Clara, as receitas das vovós mineiras, com carinho e amizade. Maria Stella”
Ainda conversamos um pouco, trocamos algumas impressões. A sabedoria daquela senhora de 92 anos me comoveu e provocou boas risadas. Eu perguntei se somente a neta Isabella seguia seus passos, ou se algum dos oito filhos também sabia cozinhar, no que ela me respondeu: “Minhas filhas não cozinham muito, mas depois de casadas tiveram que aprender alguma coisa. Hoje em dia as mulheres tem que se virar, porque comer em restaurante todo dia, não há casamento que agüente!” Ela ainda completou: "o Betto faz um camarão maravilhoso, mas homem, você sabe como é, quando aprende a fazer três ou quatro receitas, já acha que sabe cozinhar”.
Jantar
Os filhos podem não ser lá essas coisas no trato com as panelas, mas a neta sabe o que faz, e deixou a avó orgulhosa. O jantar estava delicioso! De entrada, os excelentes frios da Salumeria Chiari e carpaccio de abobrinha, cortada em rodelas bem fininhas e temperada com pimenta calabresa.
Depois, veio um creme de ervilha de sabor bem leve e sutil, acompanhado com um bolinha de queijo de cabra quente. Ótimo!
O terceiro prato foi uma salada de folhas com queijo de cabra crocante, empanado como o queijo pachá, temperada com redução de rapadura com raspas de limão capeta. Harmonização perfeita de ingredientes.
O mini tropeiro chegou em seguida, coberto por um ovo de codorna estrelado, no ponto que eu gosto, com a gema mole!
O prato principal foi um delicioso frango ao açafrão da terra sobre leito de purê de mandioca, guarnecido com quiabo, crisp de couve e broto de feijão.
Para finalizar, as sobremesas: creme de milho e ervilha com crocante de café e pudim de abóbora com calda de rapadura e alecrim, misturas inusitadas que deram muito certo. No próximo post coloco a receita do pudim.
“Comida mineira é a alma de nosso agasalho. É o elo da família em torno da mesa. É saudade e descontraimento, é lembrança de infância. Esperança. Eterna esperança. Humilde e sagrada páscoa das grandes esperanças”. Maria Stella Libânio Christo (Fogão de Lenha, 1977)
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Doce remédio contra a TPM
Particularmente, sinto-me privilegiada, pois a TPM não me ataca. Quer dizer, se chorar em propaganda é alguma coisa, vamos dizer que fico um pouco mais sensível. No entanto, isso não chega nem perto do que milhares de mulheres enfrentam. Se você é uma dessas pessoas que são mensalmente assoladas por este mal, a marca de brigadeiro gourmet Maria Brigadeiro promete ter a solução.
A loja está lançando uma caixa especial para combatê-la. A embalagem, em forma de caixa de remédios, traz oito brigadeiros de diferentes sabores. A brincadeira de apaziguar o mau humor com o doce de chocolate foi ideia da proprietária Juliana Motter, autora de "O Livro do Brigadeiro". "Sempre funciona", garante.
A caixa está à venda por R$ 30 na loja do ateliê. A má notícia é que a Maria Brigadeiro fica em São Paulo. Sortudas, essas paulistas.
Serviço
Maria Brigadeiro
Rua Capote Valente, 68, Pinheiros, tel.: 0/xx/3085-3687
Fonte: Folha Online
A loja está lançando uma caixa especial para combatê-la. A embalagem, em forma de caixa de remédios, traz oito brigadeiros de diferentes sabores. A brincadeira de apaziguar o mau humor com o doce de chocolate foi ideia da proprietária Juliana Motter, autora de "O Livro do Brigadeiro". "Sempre funciona", garante.
A caixa está à venda por R$ 30 na loja do ateliê. A má notícia é que a Maria Brigadeiro fica em São Paulo. Sortudas, essas paulistas.
Divulgação
Serviço
Maria Brigadeiro
Rua Capote Valente, 68, Pinheiros, tel.: 0/xx/3085-3687
Fonte: Folha Online
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
Relíquias da cozinha medieval
Reproduzido daqui:
Caldo gorduroso, esturjão empanado, molho para pombinhos no espeto e até gato assado são algumas das 203 receitas, fora outros 26 ensinamentos, de um dos livros raros da pesada cozinha medieval. Foi publicado há aproximadamente 500 anos e se intitula Libre del Coch. A Biblioteca Nacional da Catalunha, em Barcelona, possui um exemplar de 1520. Escrito em catalão, é a mais antiga edição conhecida. Mas há informações sobre uma anterior, na mesma língua, publicada em 1477, que se extraviou.
A primeira edição em espanhol apareceu em 1525, na cidade de Toledo. Néstor Luján, no livro Historia de la Gastronomia (Ediciones Folio, Barcelona, 1977), concluiu que a relíquia efetivamente é do século 15, ou seja, saiu muitos anos antes do exemplar que está guardado na Biblioteca da Catalunha. Uma novidade é que a obra acaba de ser traduzida no Brasil, com o título de Livro do Cozinheiro - Manual de Receitas Medievais (Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência "Raimundo Lúlio", São Paulo, 2010).
Até hoje se questiona quem escreveu o Libre del Coch. A edição de 1520 disse ter sido "mestre Robert"; a de 1525 o chama de "Ruberto de Nola". A seguir, virou Roberto de Nola. Foi identificado como "cozinheiro do sereníssimo senhor Fernando, rei de Nápoles". Na época, boa parte do sul da Itália estava sob domínio espanhol. O soberano para o qual o cozinheiro trabalhava era Fernando I, rei de Nápoles, que governou a região de 1458 a 1494. Uma prova de que as receitas do Libre del Coch seriam do final da Idade Média é o fato de não levarem nenhum dos ingredientes que aportaram na Europa depois de 1492, com a descoberta da América (como tomate, batata, milho, chocolate etc.).
Outra dúvida: onde nasceu Roberto de Nola? Para alguns, foi na comuna italiana de Nola, perto de Nápoles, na qual morreu, em 14 d. C., o imperador Augusto; outros o dizem natural de Anoia ou Sant Sadurní d’Anoia, na Província de Barcelona. Mas o jornalista andaluz Dionisio Pérez, que assinava textos sobre gastronomia com o pseudônimo de Post-Thebussem, levantou uma terceira hipótese. Na introdução da edição de 1929 do Libre del Coch, rebatizada de Libro de Guisados de Ruperto de Nola, ele afirmou que o autor da obra jamais existiu.
Não passaria de invenção dos primeiros editores. Bastou dizer isso para receber críticas. As mais duras vieram de Néstor Luján. Ele acusou Dionisio Pérez de falta de rigor histórico, até porque, em outro trabalho, assegurou que os franceses "roubaram" molhos do seu país, como a maionese, sabidamente de origem incerta; e atribuíram aos seus cozinheiros criações "inequivocamente espanholas", como a massa folhada, já conhecida no Império Bizantino, e o foie gras, preparado desde o Antigo Egito.
O Libre del Coch é, na verdade, uma preciosa coleção de pratos medievais oriundos de algumas regiões mediterrâneas. Veronika Leimgruber, conhecida especialista na obra, identificou três receitas catalãs (cogumelos à catalã, broscato à catalã e garbies à catalã); três italianas (sopas à lombarda, torta genovesa e boa xinxenela à Veneza); duas francesas (molho francês e figos à francesa); e duas mouras (berinjela à moda moura e abóbora à moda moura). Curiosamente, não encontrou especialidades castelhanas, ou seja, inventadas na região de Castela e, por extensão, nas adjacências.
Faltou explicar a receita do gato assado, que Roberto de Nola denomina "quitute" e cuja menção pode ter intrigado o leitor. Sim, na Idade Média a carne do felídeo doméstico era considerada iguaria. Roberto de Nola recomenda abater o animal e descartar a cabeça "para que ninguém jamais a coma, porque se o fizer poderá perder o juízo". A seguir, manda tirar a pele do gato, extrair as vísceras e limpar bem. Feito isso, envolve-se o corpo em um tecido de linho e se enterra no quintal. Deixa-se ali por um dia e uma noite. Então, desenterra-se, enfia-se no espeto e se leva ao fogo para assar, untando-se continuamente com azeite e alho. Quando alcançar o ponto, "trincha-se como se fosse coelho" e se coloca em uma travessa. Serve-se com molho claro de azeite e alho. "Depois, é comê-lo e confirmar a excelência do prato", garante Roberto de Nola. Bom apetite para quem hoje não sentir repulsa de assar e comer gato!
Caldo gorduroso, esturjão empanado, molho para pombinhos no espeto e até gato assado são algumas das 203 receitas, fora outros 26 ensinamentos, de um dos livros raros da pesada cozinha medieval. Foi publicado há aproximadamente 500 anos e se intitula Libre del Coch. A Biblioteca Nacional da Catalunha, em Barcelona, possui um exemplar de 1520. Escrito em catalão, é a mais antiga edição conhecida. Mas há informações sobre uma anterior, na mesma língua, publicada em 1477, que se extraviou.
A primeira edição em espanhol apareceu em 1525, na cidade de Toledo. Néstor Luján, no livro Historia de la Gastronomia (Ediciones Folio, Barcelona, 1977), concluiu que a relíquia efetivamente é do século 15, ou seja, saiu muitos anos antes do exemplar que está guardado na Biblioteca da Catalunha. Uma novidade é que a obra acaba de ser traduzida no Brasil, com o título de Livro do Cozinheiro - Manual de Receitas Medievais (Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência "Raimundo Lúlio", São Paulo, 2010).
Até hoje se questiona quem escreveu o Libre del Coch. A edição de 1520 disse ter sido "mestre Robert"; a de 1525 o chama de "Ruberto de Nola". A seguir, virou Roberto de Nola. Foi identificado como "cozinheiro do sereníssimo senhor Fernando, rei de Nápoles". Na época, boa parte do sul da Itália estava sob domínio espanhol. O soberano para o qual o cozinheiro trabalhava era Fernando I, rei de Nápoles, que governou a região de 1458 a 1494. Uma prova de que as receitas do Libre del Coch seriam do final da Idade Média é o fato de não levarem nenhum dos ingredientes que aportaram na Europa depois de 1492, com a descoberta da América (como tomate, batata, milho, chocolate etc.).
Outra dúvida: onde nasceu Roberto de Nola? Para alguns, foi na comuna italiana de Nola, perto de Nápoles, na qual morreu, em 14 d. C., o imperador Augusto; outros o dizem natural de Anoia ou Sant Sadurní d’Anoia, na Província de Barcelona. Mas o jornalista andaluz Dionisio Pérez, que assinava textos sobre gastronomia com o pseudônimo de Post-Thebussem, levantou uma terceira hipótese. Na introdução da edição de 1929 do Libre del Coch, rebatizada de Libro de Guisados de Ruperto de Nola, ele afirmou que o autor da obra jamais existiu.
Não passaria de invenção dos primeiros editores. Bastou dizer isso para receber críticas. As mais duras vieram de Néstor Luján. Ele acusou Dionisio Pérez de falta de rigor histórico, até porque, em outro trabalho, assegurou que os franceses "roubaram" molhos do seu país, como a maionese, sabidamente de origem incerta; e atribuíram aos seus cozinheiros criações "inequivocamente espanholas", como a massa folhada, já conhecida no Império Bizantino, e o foie gras, preparado desde o Antigo Egito.
O Libre del Coch é, na verdade, uma preciosa coleção de pratos medievais oriundos de algumas regiões mediterrâneas. Veronika Leimgruber, conhecida especialista na obra, identificou três receitas catalãs (cogumelos à catalã, broscato à catalã e garbies à catalã); três italianas (sopas à lombarda, torta genovesa e boa xinxenela à Veneza); duas francesas (molho francês e figos à francesa); e duas mouras (berinjela à moda moura e abóbora à moda moura). Curiosamente, não encontrou especialidades castelhanas, ou seja, inventadas na região de Castela e, por extensão, nas adjacências.
Faltou explicar a receita do gato assado, que Roberto de Nola denomina "quitute" e cuja menção pode ter intrigado o leitor. Sim, na Idade Média a carne do felídeo doméstico era considerada iguaria. Roberto de Nola recomenda abater o animal e descartar a cabeça "para que ninguém jamais a coma, porque se o fizer poderá perder o juízo". A seguir, manda tirar a pele do gato, extrair as vísceras e limpar bem. Feito isso, envolve-se o corpo em um tecido de linho e se enterra no quintal. Deixa-se ali por um dia e uma noite. Então, desenterra-se, enfia-se no espeto e se leva ao fogo para assar, untando-se continuamente com azeite e alho. Quando alcançar o ponto, "trincha-se como se fosse coelho" e se coloca em uma travessa. Serve-se com molho claro de azeite e alho. "Depois, é comê-lo e confirmar a excelência do prato", garante Roberto de Nola. Bom apetite para quem hoje não sentir repulsa de assar e comer gato!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
As minhas pechinchas da Bienal do Livro e outras cositas más
Aos 45 minutos do segundo tempo, resolvemos ir à Bienal do Livro para ver se ainda conseguíamos garimpar alguma coisa. Vi muitos livros que me interessavam, com desconto de 20%, mas isso eu consigo na internet. Para valer a pena, o abatimento deveria ser de, pelo menos, 50%. E não é que fiz duas excelentes aquisições, para a minha alegria e deleite?
No estande da Zahar tinha muita coisa boa que estava saindo pela metade do preço. Eu, que AMO biografias e também a gastronomia, levei o “Carême, Cozinheiro dos Reis”, por R$ 24,00 (o preço cheio é R$ 49,00).
Como ainda não comecei a ler, coloco aqui o que diz a sinopse:
Antonin Carême foi o primeiro chef a se tornar uma celebridade – e a cobrar muito caro por isso. A biografia foi escrita por Ian Kelly, ator e gourmet que já viveu Carême no palco. O livro reconstitui a vida do menino órfão, que foi abandonado à própria sorte nos tumultuados anos da Revolução Francesa, e acabou se transformando no cozinheiro preferido de políticos como Napoleão e o czar Alexandre e milionários como o casal Rothschild.
Conhecido como "cozinheiro dos reis e rei dos cozinheiros", Carême soube entender como poucos a transformação pela qual passava a França depois da Revolução e, sobretudo, depois dos sangrentos anos do Terror instaurado pelo governo jacobino. Desde a euforia coletiva com que tinha saudado a queda de Robespierre, em 1784, Paris tentava se reinventar como a "Cidade Luz" e a capital da comida. E chegaria assim ao século XIX, com a colaboração fundamental de Carême.
Metódico, mas profundamente criativo, ele era um apaixonado por sopas – criou centenas de receitas delas – mas ficou mais conhecido como pâtissier. Tinha obsessão por arquitetura e costumava criar sobremesas feitas de açúcar que tinham a forma de templos gregos ou igrejas e decoravam as mesas das recepções reais.
Aperfeiçoou a massa folhada – criou o vol-au-vent – e também foi um mestre em pratos frios, doces ou salgados. Inventou ainda a estrutura de cardápio que conhecemos hoje – com entrada, pratos principais e sobremesa – e também popularizou o serviço russo, em que o comensal recebe um prato de cada vez.
Antes dele, todos os pratos eram dispostos num confuso sistema de bufê. Foi o primeiro a chamar o que fazia de nouvelle cuisine, termo que, até hoje, é usado para classificar toda grande ruptura no meio gastronômico. Carême – que morreu aos 48 anos, envenenado pela fumaça de carvão dos fogões – foi o pioneiro da nouvelle cuisine com muita justiça: a mesa nunca foi a mesma depois dele.
Belamente ilustrado, o livro traz um pequeno glossário de termos da culinária e uma seleção de receitas que dão ao leitor a chance de provar os sabores e aromas das mesas reais.
As Receitas do Tony Bourdain
Outra pechincha que achei foi o livro “Anthony Bourdain e as Receitas do Les Halles - Nova York”, por míseros R$ 18,00 (o livro custa entre R$ 50 e R$ 60).
Ao vê-lo naquela mesa em meio a dezenas de livros amontoados, vieram as lembranças da viagem a NY, quando, por acaso, chegamos ao Les Halles da John Street, pertinho do “buraco negro” das Torres Gêmas, e almoçamos um delicioso poulet rôti (o famoso frango assado).
Como o próprio nome diz, o livro traz as principais receitas da casa, que são clássicos da cozinha de bistrô francesa. A franqueza do chef incomodou muita gente nos livros “Cozinha Confidencial” e “Em Busca do Prato Perfeito”, e a sua autoconfiança pode ser classificada por muitos como arrogância: Bourdain afirma que o Les Halles é o melhor bistrô/brasserie do mundo. Exageros à parte, o restaurante é um charme, lembra aqueles bistrôs inspirados no estilo art nouveau, e vive lotado, porque oferece boa comida a preços acessíveis.
Hoje o Anthony Bourdain não passa muito tempo na cozinha do Les Halles. Ele viaja o mundo com o ótimo programa “Sem Reservas”. Disposto a provar sabores exóticos e lançando mão de sua peculiar honestidade, Bourdain não perde a oportunidade de fazer comentários espontâneos sobre as suas experiências, enquanto aprecia visões, cheiros, sons e gostos - do sublime ao repugnante. Confira no Discovery Travel and Living.
No estande da Zahar tinha muita coisa boa que estava saindo pela metade do preço. Eu, que AMO biografias e também a gastronomia, levei o “Carême, Cozinheiro dos Reis”, por R$ 24,00 (o preço cheio é R$ 49,00).
Como ainda não comecei a ler, coloco aqui o que diz a sinopse:
Antonin Carême foi o primeiro chef a se tornar uma celebridade – e a cobrar muito caro por isso. A biografia foi escrita por Ian Kelly, ator e gourmet que já viveu Carême no palco. O livro reconstitui a vida do menino órfão, que foi abandonado à própria sorte nos tumultuados anos da Revolução Francesa, e acabou se transformando no cozinheiro preferido de políticos como Napoleão e o czar Alexandre e milionários como o casal Rothschild.
Conhecido como "cozinheiro dos reis e rei dos cozinheiros", Carême soube entender como poucos a transformação pela qual passava a França depois da Revolução e, sobretudo, depois dos sangrentos anos do Terror instaurado pelo governo jacobino. Desde a euforia coletiva com que tinha saudado a queda de Robespierre, em 1784, Paris tentava se reinventar como a "Cidade Luz" e a capital da comida. E chegaria assim ao século XIX, com a colaboração fundamental de Carême.
Metódico, mas profundamente criativo, ele era um apaixonado por sopas – criou centenas de receitas delas – mas ficou mais conhecido como pâtissier. Tinha obsessão por arquitetura e costumava criar sobremesas feitas de açúcar que tinham a forma de templos gregos ou igrejas e decoravam as mesas das recepções reais.
Aperfeiçoou a massa folhada – criou o vol-au-vent – e também foi um mestre em pratos frios, doces ou salgados. Inventou ainda a estrutura de cardápio que conhecemos hoje – com entrada, pratos principais e sobremesa – e também popularizou o serviço russo, em que o comensal recebe um prato de cada vez.
Antes dele, todos os pratos eram dispostos num confuso sistema de bufê. Foi o primeiro a chamar o que fazia de nouvelle cuisine, termo que, até hoje, é usado para classificar toda grande ruptura no meio gastronômico. Carême – que morreu aos 48 anos, envenenado pela fumaça de carvão dos fogões – foi o pioneiro da nouvelle cuisine com muita justiça: a mesa nunca foi a mesma depois dele.
Belamente ilustrado, o livro traz um pequeno glossário de termos da culinária e uma seleção de receitas que dão ao leitor a chance de provar os sabores e aromas das mesas reais.
As Receitas do Tony Bourdain
Outra pechincha que achei foi o livro “Anthony Bourdain e as Receitas do Les Halles - Nova York”, por míseros R$ 18,00 (o livro custa entre R$ 50 e R$ 60).
Ao vê-lo naquela mesa em meio a dezenas de livros amontoados, vieram as lembranças da viagem a NY, quando, por acaso, chegamos ao Les Halles da John Street, pertinho do “buraco negro” das Torres Gêmas, e almoçamos um delicioso poulet rôti (o famoso frango assado).
Como o próprio nome diz, o livro traz as principais receitas da casa, que são clássicos da cozinha de bistrô francesa. A franqueza do chef incomodou muita gente nos livros “Cozinha Confidencial” e “Em Busca do Prato Perfeito”, e a sua autoconfiança pode ser classificada por muitos como arrogância: Bourdain afirma que o Les Halles é o melhor bistrô/brasserie do mundo. Exageros à parte, o restaurante é um charme, lembra aqueles bistrôs inspirados no estilo art nouveau, e vive lotado, porque oferece boa comida a preços acessíveis.
Hoje o Anthony Bourdain não passa muito tempo na cozinha do Les Halles. Ele viaja o mundo com o ótimo programa “Sem Reservas”. Disposto a provar sabores exóticos e lançando mão de sua peculiar honestidade, Bourdain não perde a oportunidade de fazer comentários espontâneos sobre as suas experiências, enquanto aprecia visões, cheiros, sons e gostos - do sublime ao repugnante. Confira no Discovery Travel and Living.
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
Coleção Cozinha das Famílias Larousse em promoção
Atenção! Promoção imperdível da Coleção Cozinha das Famílias Larousse no Submarino, de R$ 349,30 por R$ 64,90!! São sete livros por esse preço.
Segundo a descrição do site, a Coleção Cozinha das Famílias Larousse é mais do que uma série de livros de receitas, é um inventário delicioso da culinária mundial, que transporta o leitor para dentro de um universo particular.
São 07 famílias autênticas, de 07 países distintos, que abrem as portas de suas casas e mostram os tradicionais utensílios, ingredientes, características culturais, processos caseiros e receitas de sua região, através de fotos belíssimas, impressas em elegante couchê fosco.
Fazem parte da coleção os livros:
A Cozinha Antilhana
A Cozinha Francesa
A Cozinha Indiana
A Cozinha Italiana
A Cozinha Marroquina
A Cozinha Mexicana
A Cozinha Tailandesa
Recebi a dica do maridão e já pedi pra ele comprar! Corram antes que acabe.
Dá para comprar os livros separadamente. Cada um está de R$ 49,90 por R$ 10,00. Mas como são sete, se comprar todos, dá uma economia de R$ 5,10, uma vez que a coleção completa custa R$ 64,90.
Segundo a descrição do site, a Coleção Cozinha das Famílias Larousse é mais do que uma série de livros de receitas, é um inventário delicioso da culinária mundial, que transporta o leitor para dentro de um universo particular.
São 07 famílias autênticas, de 07 países distintos, que abrem as portas de suas casas e mostram os tradicionais utensílios, ingredientes, características culturais, processos caseiros e receitas de sua região, através de fotos belíssimas, impressas em elegante couchê fosco.
Fazem parte da coleção os livros:
A Cozinha Antilhana
A Cozinha Francesa
A Cozinha Indiana
A Cozinha Italiana
A Cozinha Marroquina
A Cozinha Mexicana
A Cozinha Tailandesa
Recebi a dica do maridão e já pedi pra ele comprar! Corram antes que acabe.
Dá para comprar os livros separadamente. Cada um está de R$ 49,90 por R$ 10,00. Mas como são sete, se comprar todos, dá uma economia de R$ 5,10, uma vez que a coleção completa custa R$ 64,90.
terça-feira, 23 de março de 2010
Mordidas Sonoras
Com 5 milhões de discos vendidos em todo o mundo, o grupo Franz Ferdinand, que se apresenta hoje em São Paulo, no Via Funchal, é uma das principais revelações do rock britânico na última década. Porém, música não é o único interesse dos seus integrantes. Alex Kapranos, vocalista, guitarrista e líder da banda, trabalhou em inúmeros empregos antes do sucesso mundial; de professor universitário a entregador de comida e chef de cozinha. Essa ligação especial com o mundo da gastronomia lhe rendeu uma coluna no jornal inglês The Guardian.
Sob o título de “Sound bites”, a coluna de Kapranos tratava de gastronomia, mas com um ar mais despojado que os rígidos críticos culinários mais típicos dos jornais - o próprio Kapranos se autodefinia como um 'gastro-aventureiro, ou algo assim'. Seus textos concisos, cheios de impressões quase poéticas e bom humor, transformaram-se em livro em 2006.
“Mordidas sonoras” traz material inédito e boa parte das colunas do Guardian - que coincidiu com a turnê mundial do Franz Ferdinand, entre 2005 e 2006. Em duas voltas e meia pelo mundo, Kapranos traz impressões alimentares de sua infância, histórias do seu trabalho nas cozinhas de Glasgow, aventuras ninja (com direito a sashimi de fugu - o venenoso baiacu) no Japão, restaurantes fechados aos domingos na França, comida iraniana no Canadá, sorvete de milho verde no Brasil, testículos de boi na Argentina. Num mix de sabores, sons, cheiros e impressões visuais, Kapranos encarna, ao mesmo tempo, o rockstar tranqüilo, o turista acidental e o aventureiro gastronômico. Quem planeja rodar o mundo duas vezes já tem o guia gastronômico mais divertido e rocker nas mãos.
Leia aqui o primeiro capítulo do livro. Na FNAC, de R$ 34,90 por R$ 29,66.
Sob o título de “Sound bites”, a coluna de Kapranos tratava de gastronomia, mas com um ar mais despojado que os rígidos críticos culinários mais típicos dos jornais - o próprio Kapranos se autodefinia como um 'gastro-aventureiro, ou algo assim'. Seus textos concisos, cheios de impressões quase poéticas e bom humor, transformaram-se em livro em 2006.
“Mordidas sonoras” traz material inédito e boa parte das colunas do Guardian - que coincidiu com a turnê mundial do Franz Ferdinand, entre 2005 e 2006. Em duas voltas e meia pelo mundo, Kapranos traz impressões alimentares de sua infância, histórias do seu trabalho nas cozinhas de Glasgow, aventuras ninja (com direito a sashimi de fugu - o venenoso baiacu) no Japão, restaurantes fechados aos domingos na França, comida iraniana no Canadá, sorvete de milho verde no Brasil, testículos de boi na Argentina. Num mix de sabores, sons, cheiros e impressões visuais, Kapranos encarna, ao mesmo tempo, o rockstar tranqüilo, o turista acidental e o aventureiro gastronômico. Quem planeja rodar o mundo duas vezes já tem o guia gastronômico mais divertido e rocker nas mãos.
Leia aqui o primeiro capítulo do livro. Na FNAC, de R$ 34,90 por R$ 29,66.
Fonte: GNT Gourmet e material de divulgação
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
Tentação via web
Consta no CRM do Submarino e de outras lojas virtuais informações sobre meu estilo de vida, o que acarreta em ações de relacionamento através do e-mail marketing, totalmente segmentadas e personalizadas, e também eficazes. Traduzindo, constantemente recebo mensagens com pré-lançamentos e ofertas de livros de gastronomia. E, na maioria das vezes, eu compro!! É difícil resistir, e eles sabem disso. Mas vale mesmo a pena. Os livros são SEMPRE mais baratos na internet.
Semana passada comprei no site da Travessa o livro "Ateliê Culinário para Viagem: crônicas, receitas e um pequeno guia gastronômico", motivada pelo email que informava que o volume estava pela metade do preço: de R$ 44,00 por R$ 22,00.
Nunca tinha ouvido falar da Vera Saboya e do Ateliê Culinário, grife de um bistrô e de uma rede de cafés em cinemas e livrarias cariocas, e acabei tendo uma agradável surpresa. No livro a Vera conta a trajetória do negócio e histórias inusitadas que aconteceram ao longo do caminho, além de fornecer mais de 50 receitas do Ateliê e um pequeno guia de restaurantes, bares e mercados no Rio de Janeiro, São Paulo, Tiradentes, Nova York e Paris, cidades que marcaram sua vida.
Aliás, Tiradentes traz boas lembranças à autora, que nunca se esqueceu do bolinho de fubá do Solar da Ponte, experimentado há 10 anos. Felizmente, a Anna Maria Parsons, dona do Solar, revelou a receita, que está publicada no livro. Fiz para o pessoal do trabalho, e foi um sucesso. O muffin de chocolate, segundo a Vera, best-seller dos bolinhos vendidos nos cafés dos cinemas, também agradou a turma da minha paróquia. As receitas seguem nos próximos posts.
Semana passada comprei no site da Travessa o livro "Ateliê Culinário para Viagem: crônicas, receitas e um pequeno guia gastronômico", motivada pelo email que informava que o volume estava pela metade do preço: de R$ 44,00 por R$ 22,00.
Nunca tinha ouvido falar da Vera Saboya e do Ateliê Culinário, grife de um bistrô e de uma rede de cafés em cinemas e livrarias cariocas, e acabei tendo uma agradável surpresa. No livro a Vera conta a trajetória do negócio e histórias inusitadas que aconteceram ao longo do caminho, além de fornecer mais de 50 receitas do Ateliê e um pequeno guia de restaurantes, bares e mercados no Rio de Janeiro, São Paulo, Tiradentes, Nova York e Paris, cidades que marcaram sua vida.
Aliás, Tiradentes traz boas lembranças à autora, que nunca se esqueceu do bolinho de fubá do Solar da Ponte, experimentado há 10 anos. Felizmente, a Anna Maria Parsons, dona do Solar, revelou a receita, que está publicada no livro. Fiz para o pessoal do trabalho, e foi um sucesso. O muffin de chocolate, segundo a Vera, best-seller dos bolinhos vendidos nos cafés dos cinemas, também agradou a turma da minha paróquia. As receitas seguem nos próximos posts.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Papinhas gourmet
Veja algumas receitas de comidinhas incrementadas e saudáveis do livro "A panela amarela de Alice", que mencionei no último post.
Papinha doce de cenoura
Ingredientes
½ cenoura
suco de uma laranja lima
¾ de xícara de água
1 colher de sopa de farinha de aveia
1 colher de chá de melado de cana
2 colheres de sopa de iogurte integral
Modo de preparo
Em uma panela, coloque o suco de laranja, a cenoura bem ralada e a água. Deixe cozinhar por cerca de 15 minutos, em fogo baixo. Acrescente a aveia e cozinhe, mexendo sempre até engrossar. Junte o melado e retire do fogo. Adicione o iogurte, esmagando a papinha com um garfo para quebrar possíveis grumos. Ofereça a papa ainda morna ao bebê.
Pêra com iogurte
Ingredientes
1 pera madura
2 ou 3 colheres de sopa de iogurte integral
pitada de cardamomo em pó
Modo de preparo
Coloque o iogurte no prato, rale a pera bem fininha por cima, misture e polvilhe com o cardamomo.
Minicompota
Ingredientes
1 maçã picada
10 uvas-passas sem sementes
água
Modo de preparo
Coloque a maçã bem picada, ou ralada, em uma panelinha e deixe dourar levemente. Junte as uvas-passas, cubra com água e deixe cozinhando em fogo baixo até a maçã amolecer bem e o líquido do cozimento engrossar um pouco. Retire as uvas-passas e sirva com iogurte. Faça esta receita também com pera, goiaba doce (tirando as sementes e casca) ou qualquer outra fruta não-cítrica da época.
Fonte: GNT Gourmet, do livro "A panela amarela de Alice"
Papinha doce de cenoura
Ingredientes
½ cenoura
suco de uma laranja lima
¾ de xícara de água
1 colher de sopa de farinha de aveia
1 colher de chá de melado de cana
2 colheres de sopa de iogurte integral
Modo de preparo
Em uma panela, coloque o suco de laranja, a cenoura bem ralada e a água. Deixe cozinhar por cerca de 15 minutos, em fogo baixo. Acrescente a aveia e cozinhe, mexendo sempre até engrossar. Junte o melado e retire do fogo. Adicione o iogurte, esmagando a papinha com um garfo para quebrar possíveis grumos. Ofereça a papa ainda morna ao bebê.
Pêra com iogurte
Ingredientes
1 pera madura
2 ou 3 colheres de sopa de iogurte integral
pitada de cardamomo em pó
Modo de preparo
Coloque o iogurte no prato, rale a pera bem fininha por cima, misture e polvilhe com o cardamomo.
Minicompota
Ingredientes
1 maçã picada
10 uvas-passas sem sementes
água
Modo de preparo
Coloque a maçã bem picada, ou ralada, em uma panelinha e deixe dourar levemente. Junte as uvas-passas, cubra com água e deixe cozinhando em fogo baixo até a maçã amolecer bem e o líquido do cozimento engrossar um pouco. Retire as uvas-passas e sirva com iogurte. Faça esta receita também com pera, goiaba doce (tirando as sementes e casca) ou qualquer outra fruta não-cítrica da época.
Fonte: GNT Gourmet, do livro "A panela amarela de Alice"
Você é o que você come, e a sua família também (sobre alimentação infantil)
Com a avalanche de novas mamães no meu trabalho, temos conversado bastante sobre bebês e todos os aspectos que envolvem a criação dos pequerruchos, da edução à comida, é claro.
Esses dias li no site da Folha sobre uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, que constatou a má qualidade da dieta dos bebês brasileiros.
O documento mostra que eles estão consumindo alimentos cheios de gordura, açúcar, sal, corante e outros aditivos. Apareceu lasanha pré-pronta congelada, macarrão instantâneo, refrigerante, salgadinho tipo batata chips, chocolate, suco artificial e até bolacha recheada!
O estudo também constatou que a má alimentação é generalizada em todas as classes sociais, e reflete a alimentação da família. Os pesquisadores suspeitam que os pais careçam de informações sobre alimentação saudável, tanto para o bebê quanto para a família. A falta de educação alimentar e nutricional aliada às práticas de marketing faz com que as pessoas se percam na hora da escolha alimentar.
Além de falta de educação alimentar, de ler e não entender os rótulos, os médicos acreditam que outro fator contribui para a má qualidade da comida infantil: os pais não sabem cozinhar. Acho que até para quem sabe cozinhar deve ser difícil arranjar tempo e forças para fazê-lo, quando se tem em casa uma criaturinha que exige dedicação integral.
Uma luz no fim do túnel é o livro "A panela amarela de Alice", da Tatiana Damberg, do blog Mixirica.
Com receitas fáceis e rápidas, a autora e mãe de Alice conta a sua experiência no universo das papinhas e da amamentação. Ela fala que desde o começo foi introduzindo ingredientes alternativos para criar um paladar mais apurado para a filhota. Além da cenoura e da mandioquinha, o cará também entrou na sopinha, para dar sabor e texturas diferentes. À medida que a Alice crescia, ela introduzia novos sabores. Com 1 ano e quatro meses ela já comia até curry, em poucas quantidades, é claro. O livro também traz dicas interessantes de alimentação saudável, como adoçar a comida dos bebês com passas, ao invés de açúcar. É só colocá-las na hora de cozinhar, e elas liberam o açúcar da fruta. A Tatiana também colocou receitas que agradam os pais e as crianças, o que facilita muito a vida de quem cozinha. Não precisa fazer sempre uma comida para os bebês e outra para os adultos.

Achei muito legal, porque muitos pais reclamam que os filhos não comem nada e se recusam a experimentar coisas novas. Acontece que eles aprenderam com os próprios pais, que costumam alimentar as crianças só com as comidas que eles gostam, impedindo que elas se habituem a sabores diferentes. A resistência à novidade acaba sendo dos pais, e não dos bebês!!
No próximo post confira algumas receitas de papinhas saudáveis e gourmet que estão no livro.
Veja também a matéria: "Especialistas esclarecem as 20 principais dúvidas sobre o cardápio infantil", que fala sobre as mudanças que vêm sendo recomendadas desde 2008 pela SBP sobre as primeiras papinhas infantis, como a liberação do peixe e do ovo já aos seis meses de vida, sobre o uso de sal, temperos, sobre doces etc.
Serviço:
Livro "A panela amarela de Alice" (ed. Memoria Visual)
Autora: Tatiana Damberg
Preço: R$ 19,75 na Travessa
Esses dias li no site da Folha sobre uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, que constatou a má qualidade da dieta dos bebês brasileiros.
O documento mostra que eles estão consumindo alimentos cheios de gordura, açúcar, sal, corante e outros aditivos. Apareceu lasanha pré-pronta congelada, macarrão instantâneo, refrigerante, salgadinho tipo batata chips, chocolate, suco artificial e até bolacha recheada!
O estudo também constatou que a má alimentação é generalizada em todas as classes sociais, e reflete a alimentação da família. Os pesquisadores suspeitam que os pais careçam de informações sobre alimentação saudável, tanto para o bebê quanto para a família. A falta de educação alimentar e nutricional aliada às práticas de marketing faz com que as pessoas se percam na hora da escolha alimentar.
Além de falta de educação alimentar, de ler e não entender os rótulos, os médicos acreditam que outro fator contribui para a má qualidade da comida infantil: os pais não sabem cozinhar. Acho que até para quem sabe cozinhar deve ser difícil arranjar tempo e forças para fazê-lo, quando se tem em casa uma criaturinha que exige dedicação integral.
Uma luz no fim do túnel é o livro "A panela amarela de Alice", da Tatiana Damberg, do blog Mixirica.
Com receitas fáceis e rápidas, a autora e mãe de Alice conta a sua experiência no universo das papinhas e da amamentação. Ela fala que desde o começo foi introduzindo ingredientes alternativos para criar um paladar mais apurado para a filhota. Além da cenoura e da mandioquinha, o cará também entrou na sopinha, para dar sabor e texturas diferentes. À medida que a Alice crescia, ela introduzia novos sabores. Com 1 ano e quatro meses ela já comia até curry, em poucas quantidades, é claro. O livro também traz dicas interessantes de alimentação saudável, como adoçar a comida dos bebês com passas, ao invés de açúcar. É só colocá-las na hora de cozinhar, e elas liberam o açúcar da fruta. A Tatiana também colocou receitas que agradam os pais e as crianças, o que facilita muito a vida de quem cozinha. Não precisa fazer sempre uma comida para os bebês e outra para os adultos.

Tatiana e Alice. Crédito: Divulgação
Achei muito legal, porque muitos pais reclamam que os filhos não comem nada e se recusam a experimentar coisas novas. Acontece que eles aprenderam com os próprios pais, que costumam alimentar as crianças só com as comidas que eles gostam, impedindo que elas se habituem a sabores diferentes. A resistência à novidade acaba sendo dos pais, e não dos bebês!!
No próximo post confira algumas receitas de papinhas saudáveis e gourmet que estão no livro.
Veja também a matéria: "Especialistas esclarecem as 20 principais dúvidas sobre o cardápio infantil", que fala sobre as mudanças que vêm sendo recomendadas desde 2008 pela SBP sobre as primeiras papinhas infantis, como a liberação do peixe e do ovo já aos seis meses de vida, sobre o uso de sal, temperos, sobre doces etc.
Serviço:
Livro "A panela amarela de Alice" (ed. Memoria Visual)
Autora: Tatiana Damberg
Preço: R$ 19,75 na Travessa
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Quem quer pão?
Vamos combinar que pão é uma das melhores coisas já inventadas pelo homem. Fazê-lo em casa então, e sentir aquele cheirinho gostoso quando ele está assando, não tem preço. Quer dizer, tem sim. Se você comprar uma máquina de pão, vai ter tudo isso com o mínimo de esforço e trabalho. Isso porque essa maravilha da tecnologia moderna faz tudo: é só colocar os ingredientes na fôrma, que a máquina sova a massa, deixa descansar, sova novamente, deixa crescer, e assa o pão.
Tive a felicidade de ganhar uma de casamento, e recomendo muito. A minha é da marca Britânia, mas existem várias outras opções no mercado.
A máquina já vem com um livrinho de receitas, mas eu comprei “O livro dos pães”, de Sara Lewis, editado pela Larousse, que promete ser “o guia definitivo para fazer pães manualmente ou na máquina”. Ele traz mais de 75 receitas de pães doces e salgados para todas as ocasiões, todas com instruções fáceis de seguir, tanto para fazer à mão quanto na máquina.
É claro que fazer o pão manualmente é uma delícia, sentimo-nos verdadeiros alquimistas ao ver aquela bola redonda de massa triplicar de tamanho. Se você tem tempo de sobra, sugiro que faça essa experiência um dia. Mas se você é uma dona-de-casa moderna que não tem três horas disponíveis para a tarefa, vá de máquina mesmo!
Esta semana fiz pão de iogurte, mel e semente de erva-doce, uma das receitas do livro que citei, e ficou uma delícia. É ótimo para o café, servido simplesmente com manteiga ou uma geléia. Confira a receita no próximo post.
E aproveite, porque “O livro dos pães” está saindo a R$ 9,99 na Americanas.com.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Bebendo e comendo como as estrelas
O crítico de cinema Rubens Ewald Filho e a jornalista Nilu Lebert escreveram dois livros sobre cinema e gastronomia. “O cinema vai à mesa”, lançado em 2007, traz histórias e receitas de 28 filmes, dentre eles, A Festa de Babette, Vatel, Dona Flor e seus Dois Maridos, Simplesmente Martha, Chocolate, Maria Antonieta, O Jantar, Volver e Casamento Grego.
O cardápio reúne a culinária francesa, italiana, japonesa, e claro, a brasileira, criado por grandes chefs como Alessandro Segato, Emmanuel Bassoleil e Luciano Boseggia. Além das receitas detalhadas, o livro traz informações e curiosidades sobre os filmes, seus atores e diretores. Que tal convidar os amigos para ver um filme em casa e depois surpreendê-los com um jantar com os pratos vistos na película?
Em 2008, a dupla lançou o livro “Bebendo Estrelas”, desta vez, com receitas de drinques que ficaram famosos nas telas de cinema e diversos pratos elaborados pelo chef Hamilton Mellão. Têm também informações e curiosidades sobre os filmes, atores e diretores de, por exemplo, Casablanca, Match Point, O Poderoso Chefão, Titanic, O Pecado Mora ao Lado, Sideways e Sob o Sol da Toscana.
No site Basilico você encontra o texto do livro que fala sobre a história do Mojito, Havana Beach e Daiquiri, famosos drinks cubanos, além de trazer a receita dos três, que reproduzo nos próximos posts.
Os dois livros estão com um super desconto no site da Livraria Melhoramentos:
Bebendo estrelas – histórias e receitas (2008)
De R$ 65,00 por R$ 39,00
O cinema vai à mesa – histórias e receitas (2007)
De R$ 68,00 por R$ 34,00
O cardápio reúne a culinária francesa, italiana, japonesa, e claro, a brasileira, criado por grandes chefs como Alessandro Segato, Emmanuel Bassoleil e Luciano Boseggia. Além das receitas detalhadas, o livro traz informações e curiosidades sobre os filmes, seus atores e diretores. Que tal convidar os amigos para ver um filme em casa e depois surpreendê-los com um jantar com os pratos vistos na película?
Em 2008, a dupla lançou o livro “Bebendo Estrelas”, desta vez, com receitas de drinques que ficaram famosos nas telas de cinema e diversos pratos elaborados pelo chef Hamilton Mellão. Têm também informações e curiosidades sobre os filmes, atores e diretores de, por exemplo, Casablanca, Match Point, O Poderoso Chefão, Titanic, O Pecado Mora ao Lado, Sideways e Sob o Sol da Toscana.
No site Basilico você encontra o texto do livro que fala sobre a história do Mojito, Havana Beach e Daiquiri, famosos drinks cubanos, além de trazer a receita dos três, que reproduzo nos próximos posts.
Os dois livros estão com um super desconto no site da Livraria Melhoramentos:
Bebendo estrelas – histórias e receitas (2008)
De R$ 65,00 por R$ 39,00
O cinema vai à mesa – histórias e receitas (2007)
De R$ 68,00 por R$ 34,00
domingo, 17 de janeiro de 2010
Linguicinhas agridoces da Nigella
O programa da Nigella Lawson, que passa no GNT, é um dos meus preferidos. Adepta da "comfort food" e de porções generosas, ela apresenta receitas rápidas e saborosas no livro "Nigella Express". Uma delas é a de Linguicinhas Agridoces. Já fiz dezenas de vezes. Geralmente uso as linguicinhas da marca Friall, mas ontem fiz com as da marca Soleto, e também ficou muito bom.
2 colheres (sopa) de molho shoyu
Modo de preparo
Asse por25 a 30 minutos; na metade do tempo, dê uma virada nas linguiças, se você estiver perto do forno.
Linguicinhas Agridoces
Ingredientes
1kg (75) de linguicinha cocktail (ou aperitivo)
2 colheres (sopa) de óleo de gergelim
125 a 150 ml de mel 2 colheres (sopa) de óleo de gergelim
2 colheres (sopa) de molho shoyu
Modo de preparo
Pré-aqueça o forno a 220 °C ;
Separe as linguiças, se estiverem atadas, e arrume numa assadeira grande e rasa;
Bata juntos o óleo de gergelim, o mel e o shoyu. Distribua sobre a vasilha sobre as linguiças e, com as mãos – ou com um par de espátulas – mexa para que todas as linguiças fiquem cobertas pelo molho;Separe as linguiças, se estiverem atadas, e arrume numa assadeira grande e rasa;
Asse por
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Linguiça,
Livros,
Nigella,
Programas de rádio e TV,
Tira-gosto
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
1001 Comidas para Provar Antes de Morrer
Da série 1001 coisas para fazer antes de morrer, dois referem-se à gastronomia. Depois do “1001 Vinhos para Beber Antes de Morrer”, lançado em 2008, a editora Sextante coloca no mercado o livro “1001 Comidas para Provar Antes de Morrer”, que em 960 páginas, segundo descrição da editora, “apresenta os mais deliciosos, extravagantes, populares e irresistíveis sabores encontrados na culinária de todo o mundo. Com a colaboração de outros 53 especialistas, Frances Case selecionou 1001 alimentos notáveis por seu sabor, aroma ou textura e os reuniu neste guia gastronômico de dar água na boca. Ilustrado com belas fotografias, este livro traz descrições detalhadas de cada alimento, indicando seu local de origem, sua história, as características que o tornam especial e a melhor forma de prepará-lo para que seja apreciado com toda a reverência que merece.”
Fiz uma pesquisa, e o lugar mais barato é na FNAC (De R$ 59,90 por R$ 41,93). Praticamente só compro livros de gastronomia pela internet. SEMPRE é mais barato do que nas livrarias.
A FNAC também está vendendo uma coleção com os outros três livros da série: “1001 Vinhos para Beber Antes de Morrer”; “1001 Filmes para Ver Antes de Morrer” e “1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer”, por R$ 89,90.
Fiz uma pesquisa, e o lugar mais barato é na FNAC (De R$ 59,90 por R$ 41,93). Praticamente só compro livros de gastronomia pela internet. SEMPRE é mais barato do que nas livrarias.
A FNAC também está vendendo uma coleção com os outros três livros da série: “1001 Vinhos para Beber Antes de Morrer”; “1001 Filmes para Ver Antes de Morrer” e “1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer”, por R$ 89,90.
Quem sou eu
- Clara Bello
- Jornalista, adora receber amigos e familiares em casa, para uma boa comida e um bom bate-papo.
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