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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Segundo Encontro dos Amigos da Taberna do Vale

No dia 4 de setembro, participamos mais uma vez do Encontro dos Amigos da Taberna do Vale, que conseguiu superar a primeira edição. Mais organizado e com o atendimento eficiente do Felipe Viegas, o evento contou com novas e excelentes harmonizações.


Mise en place do chef Uriel: os maravilhosos molhos, prontos para serem usados nos pratos da noite

Além de repetir os petiscos campeões do primeiro encontro, como a imbatível costelinha ao molho barbecue, a dupla Felipe e Uriel apresentou novidades.


A grande criação foi o Maki Taberna, de salmão, abacaxi, cream cheese, rúcula e a conserva secreta da Taberna, feito sob medida para harmonizar com a Carolweiss Hefe Weiss.




O Caldo Bávaro, primo do cassoulet francês, foi o melhor prato para mim. A combinação de feijão branco, batata, weisswurst, kassler e bacon foi perfeita. Harmonizado com a Taberna Porter então...



As outras novidades foram o bolinho de bacalhau e a isca de frango na páprica picante ao molho de amoras, que também estava uma delícia!!


Harmonizamos com uma novidade da casa, a Taberna Summer Ale, uma inglesa de verão, clara, com um leve amargor dos lúpulos especiais utilizados.


Também pedimos as iscas de contra-filet ao molho cítrico picante, que já havíamos provado e aprovado no primeiro encontro. Harmonizamos com a Carolweiss Weizenbock e com a Abadia das Gerais Tripel.




O Felipe ainda apresentou um desafio para os convidados: encarar essa bota inteirinha! Calma, não precisava ser sozinho, podia ser em grupo! Teve gente que animou e levou o copo pra casa.


Vamos ver o que a Taberna vai aprontar para o Terceiro Encontro!!!!!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Degustação e harmonização de maravilhas belgas

Quando dissemos que estávamos indo para a Bélgica, nosso professor Felipe Viegas, da Taberna do Vale, prontamente forneceu inúmeras dicas relacionadas ao mundo cervejeiro. Os belgas têm uma variedade impressionante de estilos de cervejas, a maioria delas pouco conhecidas em terras tupiniquins e muito difíceis de encontrar, ou de preço proibitivo por aqui. Por isso, fizemos a festa e trouxemos 13 garrafas que, infelizmente, reduziram-se a 10 (três quebraram na viagem).

Na volta, fizemos questão de compartilhar com ele e com a Carol alguns exemplares. A degustação foi acompanhada de um menu especialíssimo preparado pelo Felipe, que harmonizou maravilhosamente com as cervejas. Começamos os trabalhos com a excelente Mariwit, à base de trigo, produzida na Taberna e elaborada segundo as normas da Escola Belga.

Depois passamos para a Delirium Tremens, Belgian Strong Ale perfumada, com toques cítricos e frutados, levemente picante. Harmonizamos com um salmão marinado delicioso, temperado com mix de ervas desidratadas, limão desidratado, suco de limão fresco, um pouco de vinho branco, cebolas, alho e pimenta rosa. A acidez do limão “cozinhou” levemente as postas de salmão, que por dentro conservaram o tom rosado do peixe cru.


A estrela da noite foi a Westvleteren 8º, ale de abadia escura e forte, com toques tostados e ligeiramente amargos, além dos sabores de peras, ameixas, avelãs e café. Simplesmente ma-ra-vi-lho-sa! A cerveja é feita na abadia de São Sisto de Westvleteren, estrela reclusa do universo cervejeiro. A produção é limitada, e até pouco tempo era vendida somente mediante reserva telefônica. Encontramos na loja Bier Tempel, em Bruxelas. Esta é a única cerveja trapista que ainda emprega somente seus próprios monges na produção.

Degustamos a Westvleteren com os Escalopes de Filet a la Bière. O Felipe preparou um molho roty com cerveja tripel belga e temperou o filet com sal, pimenta do reino e páprica picante.


Passamos, então, à Mort Subite Kriek, cerveja lambic frutada, fermentada e aromatizada com cerejas frescas. Praticamente um champagne rosé!! Sensacional com a sobremesa de frutas vermelhas. O Felipe juntou um pacotinho de polpa de framboesa, mais um pote pequeno de geléia de frutas vermelhas, reduziu na panela e adicionou uma colher de mel. Essa calda deliciosa foi misturada a mirtilos e morangos frescos, que foram servidos com sorvete de creme.

 

A noite foi encerrada com uma garrafa de Deus, que, apesar da fama, decepcionou um pouco. As notas frutadas, florais, doces e salgadas não me pareceram muito balanceadas.. Alguns aromas chegaram até a incomodar... Enfim, valeu a experiência. Não é todo dia que a gente tem a oportunidade de degustar uma cerveja leve e sofisticada, produzida segundo o método champenoise.



A conclusão é que, realmente, algumas cervejas “pedem” para ser acompanhadas por comida. Apesar de serem ótimas sozinhas, muitas são apreciadas em todo o seu “esplendor” quando harmonizadas corretamente com pratos saborosos e bem preparados.

Fonte: O Livro da Cerveja

segunda-feira, 8 de março de 2010

Só para mulheres

Na próxima quarta-feira, dia 10/03, às 20h, acontece aqui em BH um programa bem legal para as mulheres que apreciam uma boa cerveja artesanal. A Confraria Feminina de Cerveja (Confece) e o restaurante Haus München oferecem degustação especial em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

Serão degustadas cinco cervejas de estilos diferentes com o objetivo de destacar suas características e peculiaridades, acompanhadas de saborosos petiscos alemães. As participantes vão conhecer um pouco da história da cerveja, seus processos de fabricação, e também aprenderão a avaliar cor, sabor, aroma e textura.

Mais informações no telefone (31) 3291 6900.

SERVIÇO:
Degustação de cerveja só para mulheres
Dia: 10/03/2010
Horário: 20h
Local: Haus München (BH)
Valor: R$ 40,00